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Ophélie Gaillard
Ophélie Gaillard

"Se o desenho é de precisão caligráfica, o gesto flexível e direto transporta o ouvinte para movimentos que têm a fluidez de um contorno de montanha", escreve Diapason, enquanto a revista Strad a lista na "cabeça do pelotão" e que o Times acrescenta “ O toque mágico de Gaillard, um grande coração lírico e um caleidoscópio de cores."

Um espírito de curiosidade insaciável, um gosto pelo risco, um apetite imoderado por todo o repertório de concerto para violoncelo sem fronteiras, um compromisso cívico e um amor incondicional pela natureza, isto é sem dúvida o que distinguiu esta brilhante intérprete franco-suíça desde muito cedo.

Eleita “solista instrumental Revelation” nas Victoires de la Musique Classique 2003, desde então tem se apresentado em recitais na Ásia e na Europa e é convidada pelas mais prestigiadas orquestras como a Orquestra Filarmônica de Monte-Carlo, a Orquestra Nacional de Metz, a Orquestra Filarmônica Real, a Orquestra Sinfônica Nacional Tcheca ou a Nova Filarmónica do Japão.

É também uma intérprete preferida dos compositores atuais e desenvolve uma política de comissionamento.

Gravou para a Aparté diversas obras completas premiadas pela imprensa internacional: Bach, Britten, Schumann, Fauré, Chopin, Brahms, CPE Bach, Strauss, bem como álbuns temáticos que conquistaram um público muito vasto, Dreams, Alvorada e Exils.

Apaixonada por conhecer pessoas, divide regularmente o palco com Lambert Wilson, o dançarino de hip-hop Ibrahim Sissoko, os coreógrafos Sidi Larbi Cherkaoui e Damien Jalet, os bailarinos Étoile Hugo Marchand e Ludmila Pagliero ou ainda o astro da bossa nova Toquinho ( álbum ao vivo Canto de sereia gravado para o Aparté no festival MiTo em 2017).

Em 2005 fundou a Orquestra Pulcinella que dirige no violoncelo e com a qual explora os repertórios dos séculos XVII e XVIII em instrumentos históricos.

Depois de um álbum duplo dedicado a Boccherini em 2019 gravado com a cumplicidade de Sandrine Piau, Ophélie Gaillard e Pulcinella alcançaram grande sucesso de público graças a um álbum duplo de Vivaldi “I colori dell'ombra” gravado no auge da crise sanitária com o mezzo - sopranos Lucile Richardot e Delphine Galou.

No início de 2021, ainda no Aparté, Ophélie Gaillard ofereceu uma viagem pelos 100 anos de árias operísticas com a sua gravação “Cellopera” acompanhada pela “Vienna Morphing Orchestra”, sob a direcção de Frédéric Chaslin, graças a transcrições para violoncelo e orquestra de obras de Mozart, Verdi, Tchaikovsky, Offenbach e Puccini e em março de 2022, com “A Night in London” Ophélie leva-nos a conhecer os compositores que tentaram a aventura em Londres na década de 1730, como Porpora, Geminiani, ou ainda Bononcini. Para 2023, vamos a Nápoles com Sandrine Piau, Marina Viotti e Luan Goes, para um álbum duplo colorido que inclui peças inéditas de Porpora, concertos de Leo ou Durante, gabaritos de Matteis e até as tradicionais Tarantelas.

Professora requisitada, leciona na Haute École de Musique de Genève desde 2014 e é regularmente convidada para master classes e como membro do júri de grandes competições internacionais (ARD em Munique, Concours de Genève, Cello Biennale em Amsterdã, Isang Yun na Coréia, Bach em Leipzig…).

Ophélie Gaillard toca um violoncelo de Francesco Goffriller 1737 generosamente cedido pelo CIC e um violoncelo piccolo flamengo anônimo."
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João Matos

João Matos iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, sob a orientação do Professor Andrzej Michalczyk.

Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento com figuras como Frans Helmerson, Xavier Gagnepain, Pieter Wispelwey, Jérôme Pernoo e, em música de câmara, com Gábor Takács- Nagy, Trio Gryphon, Quarteto Mosaïque entre outros. Colaborou com orquestras como a Orchestre de la Suisse Romande, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, entre outras. Em 2017, foi convidado a integrar a tour da Classical Chamber Concert Orchestra na China como chefe de naipe.

Em 2013, terminou a licenciatura em Instrumentista de Orquestra na classe do professor Paulo Gaio Lima, na Academia Superior de Orquestra Metropolitana. Terminou em 2015 o Mestrado em Interpretação Musical - Concerto, na Haute École de Musique de Genève, sob a orientação do Professor François Guye. Integra atualmente o naipe de violoncelos da Orquestra Sinfónica Portuguesa no Teatro Nacional de São Carlos.
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Luís Canning Clode

Luís Canning Clode nasceu em Lisboa em 1965, tendo iniciado os seus estudos musicais na Fundação Musical dos Amigos das Crianças com Adriana de Vecchi e Leonardo Barros, professores de violoncelo e música de câmara respetivamente. Fez parte da orquestra da escola com as quais tocou a solo diversas vezes. Participou por três vezes na Orquestra de Jovens do Mediterrâneo. Fez parte da orquestra Nova Filarmonia Portuguesa. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian estudou durante quatro anos em Londres na Guildhall School of Music and Drama onde fez uma pós-graduação em Advanced Instrumental Studies com o Prof. Leonard Stehn. Foi membro do Lusitânia Ensemble.

É membro dos Madredeus. Foi professor no Conservatório das Caldas da Rainha, de Alhandra, de Tomar e na Escola Profissional de Évora. É membro da Orquestra Sinfónica Portuguesa, residente no Teatro Nacional de São Carlos e chefe de naipe da orquestra Sinfonietta de Lisboa.
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Ajda Zupančič

Natural de Eslovénia, foi aluna do Prof. Ciril Skerjanec no Conservatório de Música de Ljubljana e premiada nos diversos concursos da ex-Jugoslávia. Estudou no Conservatório de Winterthur, Suíça, na classe de Prof. Susanne Basler. Integrou as Orquestras de Jovens de Mediterrâneo e Gustav Mahler. Foi selecionada para a Orquestra Régie do Porto e integra desde 1993 a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Em 1995 foi vencedora do concurso Prémio Jovens Músicos e do Prémio Maestro Silva Pereira, o que lhe possibilitou estudar com o Prof. Lluis Claret. Pela interpretação da Sonata de Armando José Fernandes recebeu, no Concurso Internacional de Instrumentos de Arco Júlio Cardona (2001), o prémio “Doutor Ivo Cruz”. Concluiu o Mestrado na Escola Superior de Música de Lisboa na classe da Prof. Clélia Vital.

Ao longo da sua atividade artística participou em múltiplos projetos musicais com profissionais de renome de diversas áreas artísticas e géneros musicais. Simultaneamente tem se dedicado à pedagogia lecionando maioritariamente no Conservatório de Música D. Dinis, Odivelas.
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Carolina Matos

Natural de Viana do Castelo, iniciou os estudos musicais aos oito anos de idade com Pétia Samardjieva na Academia de Música desta cidade. Concluiu a licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, na classe de Paulo Gaio Lima.

Foi laureada e finalista em diversos concursos nacionais e internacionais, destacando-se o 1° lugar no PJM 2007 em música de câmara e o Prémio Internacional Casa da Música/Suggia, 2009. Estreou em 2011 a obra “Huuldef”, para violoncelo solo, de Daniel Schvetz. Fez uma pós-graduação com Xavier Gagnepain no Conservatório Superior de Música de Aragón, Espanha e em 2013 concluiu o Master of Arts - Concert, na Haute École de Musique de Genève, Suíça, na classe de Daniel Grosgurin.

Realizou concertos em vários países da Europa e ainda em Cabo Verde e Japão. Foi bolseira da Fondation Hans Wilsdorf. É desde 2015 Coordenadora de Naipe Assistente na Orquestra Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos. translate to english
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Diogo Martins

Diogo Martins e um violoncelista e artista português, fascinado pela exploração curiosa e sem preconceitos da música através da interdisciplinaridade de várias artes.

Formado com 19 valores em violoncelo pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (licenciatura e mestrado em ensino), vive atualmente na Holanda, onde se encontra a realizar o mestrado em performance na CODARTS, em Roterdão. Ao longo do seu percurso tem vindo a participar em diversas masterclasses com violoncelistas como Ophélie Gaillard, Xavier Gagnepain, Varoujan Bartikian, Andrew Fuller e Catherine Strynckx.

É membro do Quartz Quintet, grupo com o qual venceu os 1º e 2º prémios no Concurso Folefest 2019 e 2018 (respetivamente), na categoria de música de câmara - Nível Superior e o 2º lugar no Prémio Jovens Músicos, Antena 2 2021, na mesma categoria.

Com o Quartz Quintet realizou ainda residências residências artísticas com a Orquestra Sem Fronteiras e o Festival de Música Electroacústica (Lisboa Incomum), gravando obras dedicadas ao grupo, que viriam a integrar o CD "Raiz do Som 1".

Tem se apresentado em recitais ao longo dos últimos anos e, em setembro de 2023, estreou "Segunda Voz", um concerto a solo com arranjos originais paea violoncelo e voz a partir da obra ee José Afonso. A solo, apresentou-se também com a Orquestra Filarmonia das Beiras em 2017, como vencedor do Concurso Jovem Solista Fundação Lapa do Lobo.

Diogo Martins colabora frequentemente com a Orquestra Filarmónica Portuguesa e com a Orquestra Clássica de Espinho. Em 2022 foi chefe de naipe na ópera "Die Fledermäus" em Berlim, durante a Berlin Opera Academy.

Foi admitido na Neue Philarmonie München (Alemanha), e convocado para o 4º Seminário do FAME'S European Orchestral Performing Institute (Macedónia).

Como docente, lecionou no projeto Comunidades Geração, da Orquestra Geração (2020-23), e no Conservatório de Música e Artes do Dão (2022-23).
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Luís Barroso

Natural de Lisboa, Luís Barroso estudou na Universidade de Coimbra e iniciou o estudo de Guitarra Portuguesa em diversas vertentes, da mais clássica pelas mãos do Mestre Jorge Gomes, Paulo Soares e Arménio de Melo, até uma vertente mais contemporânea com Custódio Castelo, tendo desde acompanhado a generalidade dos nomes de referência do Fado de Coimbra e muitos outros a nível nacional.

Luis Barroso é, em 2010, mentor e fundador do projeto cultural Fado ao Centro - Casa de Fado. Desde 2011, intensificou a atividade concertistica e fez concertos por todo o mundo, com destaque para França (Lyon, St. Etienne, Montpellier, La Baule, Bayonne, Poitiers, Marselha); Holanda (Heerhugowaard, Bergen e Schipluiden); Alemanha (Hamburgo, Leipzig, Berlim, Dresden, Wiesbaden, Offenbach, Heidelberg, Dusseldorf); EUA (Newark, Boston, Connecticut, San Jose, Sausalito); Espanha (Bilbao, Barcelona, Sevilha, Madrid, Valladolid, Santiago de Compostela, Catalunha - Tarragona, Artes, Alforja, Tenerife, Fuensaldaña, Córdoba); Holanda (Amsterdam, Harderwijk, Valkenswaard, Waalre, Houten); Bélgica (Ghent, Oud-Turnhout, Leuven); Dinamarca (Copenhaga); Suécia (Estocolmo, Gotemburgo); Macau, Hong Kong; Cabo Verde (Praia, São Vicente); Canadá (Toronto); Áustria (Viena, Graz); Moçambique (Maputo); Suíça e Brasil (Natal, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pelotas, Joinville, Pelotas, Recife).

Participou em diversos trabalhos discográficos como compositor e como intérprete.

Atualmente, Luis Barroso é músico residente no Fado ao Centro - Casa de Fado e na Casa de Fado Quebra o Galho, ambas em Coimbra. É músico do Grupo Fado ao Centro, que se apresenta em concerto, de forma regular e intensa, em Portugal e no estrangeiro.
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Luís Carlos Santos

Nasceu em Coimbra, corria o ano de 1966. Mais tarde, regressou à cidade dos estudantes para ingressar na Universidade de Coimbra.

Desde cedo, mostrou interesse e aptidão para a guitarra clássica. Durante o seu percurso académico, fez parte de diversos grupos da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra. Foi na Secção de Fado da AAC, que iniciou a sua aprendizagem com o Dr. Jorge Gomes, um dos grandes nomes da Guitarra Portuguesa.

Na década de 1980, fundou o grupo Praxis Nova. Este foi um dos grupos de maior sucesso deste género musical, tendo sido um dos que mais vezes levou o Fado de Coimbra aos quatro cantos do Mundo. Com vários trabalhos originais e diferentes arranjos de alguns fados clássicos, Luis Carlos Santos é hoje uma referência para os mais jovens que se iniciam no Fado de Coimbra. Em 2010, fundou o Fado Ao Centro. Desde então, a música é a sua exclusiva ocupação. É considerado, pela crítica especializada, um dos melhores “violas” de acompanhamento da atualidade.
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Fábio Rocha

Fábio Rocha é um músico, instrumentista e professor nascido em 1990, em Vagos. Iniciou os estudos musicais com 7 anos na Academia de Música de Vagos em órgão e mais tarde guitarra. Prossegue os estudos na Escola de Música da Banda Filarmónica Vaguense onde aprende solfejo e clavicorne. Depois disso, integra a Banda Filarmónica onde se mantêm até aos 27 anos.

Com 13 anos concorre à classe de Trompa de Harmonia do Conservatório de Música de Aveiro onde estuda até ao 7º Grau. No ano seguinte inicia os estudos de baixo e mais integra o curso livre de Pop/Rock/Jazz na escola da Jobra na classe de baixo e contrabaixo. Em 2010 entra no curso profissional de Instrumentista de Jazz, variante contrabaixo do Conservatório de Música da Jobra e lá recebe formação de músicos de renome internacional como Voro Garcia, Jésus Santandreu, Abe Rábade, entre outros. Em 2011, o Combo de Jazz da Jobra, onde assume a função de contrabaixista, conquista o prémio de Melhor Combo da 9ª Festa do Jazz do São Luiz. Em 2013 inicia a licenciatura em Música, variante Jazz, instrumento Contrabaixo, na ESMAE no Porto, com os professores António Augusto Aguiar e José Carlos Barbosa.

Enquanto instrumentista freelancer colabora com projetos dos mais variados géneros musicais, acompanhando em palco ou em estúdio artistas como: Paulo de Carvalho, Cuca Roseta, José Cid, Herman José, João Couto, Lookalike, Joana Almeirante, Saint Dominic’s Gospel Choir, Senhor Doutor, Himalion, entre outros.

No verão de 2016 estreia o seu quarteto de jazz e no final desse ano participa no 11° Silesian Jazz Festival em Katowice na Polónia com o quarteto de Vasco Miranda.

No final de 2017 passa a representar as marcas Tech21, Markbass e Warwick. Em 2020 integra a banda do talk show A Vida na Toca, programa disponível em exclusivo online. No mundo do teatro tem experiência como diretor, produtor e executante musical em vários espetáculos, nomeadamente O Enredo de 2019, e Inquietação e O Natal é Chato de 2023.
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Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra

O Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra MHM, constituído por antigos estudantes da Universidade de Coimbra, apresentou-se pela primeira vez em Dezembro de 1980, por ocasião das comemorações do centenário do Orfeon Académico de Coimbra, onde o Coro foi buscar as suas raízes institucionais.

Na sua criação foi determinante o propósito de, num percurso aberto a desafios novos e estimulantes, no domínio da arte musical, como noutros, de inegável dimensão humanista, fazer reviver os Ideais de Fraternidade, de Tolerância e de Solidariedade que, ao longo de gerações, marcaram, de forma algo peculiar, a Academia de Coimbra.

Realizou já mais de seis centenas de concertos, em Portugal e no estrangeiro. Actuou em numerosos Países: na Europa, nas Américas - do Norte e do Sul - em África e no Oriente. Como nas Sedes de Organizações Internacionais, nomeadamente, o Parlamento Europeu (1987, 1989, 1994, 1999 e 2005), o Tribunal das Comunidades Europeias (1994), a Comissão Europeia (1987), a UNESCO (1987 e 1990) e a ONU (1996).

É dirigido pelo maestro Rui Paulo Simões.

Agraciado com o grau de Membro-Honorário da Ordem do Mérito (12 de Fevereiro de 1996)[1], o Coro possui a Medalha de Mérito do Ministério da Cultura (1995) e a Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra (2000). É, ainda, Sócio Correspondente da Academia Pernambucana de Música/Recife (1993) e “Amigo Honorário” da Fundação Bissaya Barreto (1997).
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Bernardo Calvet Nabais

Bernardo Calvet Nabais iniciou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa com o professor Nelson Ferreira. Aos 15 anos foi admitido no Conservatório Nacional onde estudou com Catherine Strynckx. Em 2017 ingressou na ESMAE, na classe do professor Filipe Quaresma, onde terminou a licenciatura em Julho de 2020 com a nota de 20 valores. Durante este período foi galardoado com dois segundos prémios em concursos nacionais e internacionais. Agora frequenta o Mestrado em Performance Musical no Conservatório de Amesterdão, na classe do violoncelista Pieter Wispelwey.

Teve a oportunidade de tocar na Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Estágio Gulbenkian, Aurora Symphony Orchestra, Orquestra Sinfónica do Porto, Orquestra XXI e na Orquestra de Câmara Portuguesa. Colaborou com o ensemble ASKO Schoenberg numa performance no Muziekgebouw Amsterdam.

No âmbito da música de câmara foi orientado por músicos como Anna Thomasik, Carlos Azevedo, António Saiote, Miguel Borges Coelho, Dimitry Ferschtman e Afonso Fesch. Participou em masterclasses com violoncelistas de renome internacional: Paulo Gaio lima, Maria de Macedo, Xavier Gagnepain, Michel Strauss, Andreas Brantelid, Christopher Coin, Boris Adrianov, Mats Lidström e Martti Rousi.
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Elide Sulsenti

Elide Sulsenti, violoncelista, nasceu a 15 de julho de 1999. Após a sua licenciatura no Conservatório de Cagliari (IT) e a obtenção do Master of Arts in Performance em Lugano (CH) na classe de Erico Dindo, frequenta atualmente o Master Specialized in Interpretation of Contemporary Music na Hochschule Luzern. 

Ativa no campo da nova música, ganhou recentemente o Prémio Fritz Gerber 2023, atribuído anualmente pelo Festival de Lucerna a três jovens intérpretes. Em 2022 e 2023, frequentou a Academia do Festival de Lucerna e a Hans Zender Akademie, e tornou-se membro do grupo contemporâneo de Vadstena-Akademien (SE).

Recentemente, começou a trabalhar para o Centro Studi Luciano Berio (IT), para investigação e espectáculos. Elide trabalha regularmente a solo e em orquestra, sendo membro estável da Orquestra Contemporânea do Festival de Lucerna e do Istantanea Ensemble em Bolonha, e dando concertos a solo para muitas instituições como a Filarmonica Romana (IT), Connect Festival (SE) e outras. Ao longo dos anos, colaborou com muitos compositores e maestros como Enno Poppe, Susanna Mälkki, e em 2024 está a realizar um workshop sobre a nova música para violoncelo solo para os estudantes de composição da Universidade de Lund (SE).
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Inês Paiva

Inês Paiva é uma jovem violoncelista portuguesa de 25 anos, natural de Vila Nova de Famalicão. Reside na Alemanha e é estudante de Mestrado na UDK – Universität der Kunst em Berlim, na classe do Professor Konstantin Heidrich.

Foi vencedora de vários prémios a nível nacional entre quais se destaca o concurso nacional de cordas Vasco Barbosa em 2015, tendo tido a oportunidade de se apresentar a solo no Centro Cultural de Belém com a Camarata Atlântica. Em 2017 foi premiada no concurso internacional da cidade do fundão. Em 2018 teve a oportunidade de tocar com a Orquestra Holandesa – Royal Concertgebouworkest no âmbito do projeto ‘Side by Side’.

Colaborou com a orquestra Gulbenkian, a Münchner Philharmoniker, Münchner Rundfunorchester e Münchner Kammerorchester. Apresenta-se regularmente com a orquestra XXI em Portugal e na temporada de 22/23 foi academista na Orquestra filarmónica de Munique na Alemanha. Ao longo do seu percurso, teve oportunidade de trabalhar em Masterclasses com violoncelistas de referência tais como Maria de Macedo, Paulo Gaio Lima, Cláudio Bohorquèz, Peter Bruns, Stefan Fork, Konstantin Heidrich, entre outros.

Concluiu em 2016 o curso de instrumentista de cordas e teclas na Escola Profissional artística do vale do Ave (ARTAVE), na classe do professor Jaroslav Mikus.
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Jed Barahal

De origem norte-americana e residente em Portugal há quase 30 anos, Jed Barahal tem desenvolvido a sua carreira em três continentes como solista, em recital, e em música de câmara. Mestrado em música pela Yale University e licenciado pela Juilliard School de Nova Iorque, estudou com Harvey Shapiro, Lorne Munroe e Aldo Parisot, e frequentou master classes com Pierre Fournier, Paul Tortelier e Janos Starker. Possui um extenso repertório que abrange todos os estilos. Foi 1º violoncelo solo da Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo (Brasil), Orquestra do Capitólio de Toulouse (França), e da Régie Sinfonia do Porto, entre outros. Entre as suas gravações de CDs figuram obras de George Crumb, Carlos Azevedo, Jorge Peixinho, Astor Piazzolla e António Pinho Vargas.

Em 2006 lançou um CD comemorativo com obras de Fernando Lopes Graça e Luís de Freitas Branco, com a pianista Christina Margotto, com quem mantém um duo há 25 anos. Com a Orquestra Raízes Ibéricas gravou em CD os concertos de Boccherini em ré (Numérica, 2007) e em sol (Numérica, 2011). Tem realizado várias integrais das Suites de Bach para violoncelo solo.

É professor adjunto da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto desde 1993, e ministra com frequência seminários de violoncelo em várias escolas de música no país e no estrangeiro.
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João Valpaços

João Valpaços nasceu em Carrazedo de Montenegro, Valpaços, em 1994. Começou os seus estudos musicais em 2006 na Escola Profissional de Arte de Mirandela, na classe de violoncelo do professor David Cruz. Mais tarde estudou com o professor Ricardo Ferreira, tendo concluído o curso com a nota máxima na prova final de instrumento. Em 2012 foi admitido na Hogeschool voor de Kunsten Utrecht, na classe do professor Ran Varon.

Foi membro e primeiro violoncelista em varias orquestra de jovens em Portugal e nos Países Baixos e atua frequentemente com a Orquestra XXI e a Orquestra Gulbenkian, tendo trabalhado com maestros como Lorenzo Viotti, Hannu Lintu, David Afkham, Lev Markiz, Muahi Tang, Lawrence Foster ou Karl-Heinz Steffen.

Durante a carreira a solo, obteve uma Menção Honrosa no 13.º Concurso Santa Cecília, no Porto (2011), o 1.º prémio na terceira categoria do Britten Cello Concours, em Zwolle, nos Países Baixos (2013) e o 2.º prémio na categoria A do 16.º Concurso Internacional Santa Cecília, no Porto (2014). Apresentou-se a solo com orquestra nos Países Baixos, tendo interpretado o Concerto em Dó maior de J. Haydn, e as Variações Rococó de Tchaikovsky. Teve a oportunidade de participar em masterclasses de Gary Hoffman, Amit Peled, Tsuyoshi Tsutsumi, Marc Coppey, Matt Haimovitz, Lluis Claret, Claudio Bohórquez, Gavriel Lipkind e Maria de Macedo, entre outros.

Em 2019 finalizou o Mestrado em Performance na classe dos professores Jeroen den Herder e Dmitry Ferschtman, sendo bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian
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Pedro Campos Fernandes

Pedro Campos Fernandes é um violoncelista português radicado em Lucerna, Suíça. Descrito pelo violoncelista Guido Schiefen como caracterizado pela sua "inteligência, temperamento e conhecimento de estilo", tem vindo a crescer no panorama do violoncelo português e internacional, colaborando com várias orquestras e sendo premiado em diversos concursos.

Nascido em 1999, completou os seus primeiros anos de estudo de violoncelo na sua cidade natal, Lisboa, antes de ser aceite na altamente competitiva classe de violoncelo de Filipe Quaresma, no Porto, onde se licenciou com nota máxima.

Como solista e músico de câmara tem sido convidado a atuar em múltiplos festivais de música; caso do Porto Cello Festival, Cellofest.fi, Harmos Festival, etc. Durante estas experiências teve também a oportunidade de trabalhar com grandes violoncelistas como Martti Rousi, Claudio Bohòrquez, Jian Wang, Mats Lidström e muitos outros. Pedro também se apresentou recentemente a solo no Berner Stadt Casino ao lado da orquestra da Academia Filarmónica Suíça.

Na cena orquestral, foi estagiário da orquestra Gulbenkian, onde continua a ser regularmente convidado a tocar. Desde que se mudou para a Suíça, colaborou com várias orquestras como a Luzerner Sinfonieorchester, a Luzern Sinfonietta ou a Fribourg Film Orchestra. Ao longo da sua experiência orquestral, teve a oportunidade de trabalhar com vários maestros de renome mundial, como Lorenzo Viotti, Michael Sanderling e Myung-whun Chun.

Pedro Fernandes participa em vários grupos de música de câmara como o Duo Carlos Paredes, o Porto Cello Festival Ensemble, o Filum Quartet e Musica Libera. Atualmente frequenta o Mestrado em Performance de Música Clássica na Hochschule Luzern, onde tem trabalhado com Christian Poltéra, Claudius Hermann e Guido Schiefen.
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Pedro Massarrão

Começou a estudar violoncelo aos 5 anos, e em 2016 completou os seus primeiros estudos com Luís Sá Pessoa na Escola de Música do Conservatório Nacional. Obteve o grau de licenciado com Paulo Gaio Lima na Escola Superior de Música de Lisboa em junho de 2019. Conclui o título de mestrado com Jeroen den Herder na Codarts Hogeschool voor de Kunsten em junho de 2021. Em 2017 integrou o agrupamento laureado do Prémio Jovens Músicos.

Na área da música de câmara é membro fundador do Trio Adamastor, colabora com grupos como Avres Serva, América Antiga ou Os Músicos do Tejo onde já se apresentou em salas como a Casa da Música (Porto), Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), De Doelen (Roterdão), ou integrando diversos festivais: Festival Internacional de Música da Costa do Estoril, Festival Internacional de Música do Marvão, Os Dias da Música (Lisboa), Internationaal Cellofestival Zutphen, Festival Internacional de Música da Póvoa do Varzim ou o Festival Arte nas Adegas. Na área da improvisação livre desenvolve um trabalho regular com músicos como Filippo Deorsola e João Almeida, tendo editado um álbum em 2021, ‘Miniatures’. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian entre 2019-2021.
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Teresa Soares

Teresa Soares, atualmente a frequentar o Mestrado em Música e Performance Artística na Hochschule Luzern - Musik com foco na criação de projetos performativos com uma abordagem multidisciplinar, combina a sua atividade como violoncelista e professora de violoncelo com a programação e gestão cultural.

É diretora executiva e artística do Porto Cello Festival juntamente com o violoncelista Tiago Azevedo e Silva e membro fundador do Cello Express Ensemble e do Quarteto Caleidoscópio, projeto que fundou numa abordagem entre a música e a luz. Tem-se apresentado em várias formações de música de câmara e orquestras dentro e fora do país onde tem trabalhado com maestros de renome nacional e internacional. Com dois mestrados em Interpretação Artística e Ensino da Música em que teve como tema principal de investigação a importância da participação em festivais de violoncelo no desenvolvimento musical e cultural, tem um forte interesse na criação e desenvolvimento de projetos artístico-culturais, daí a formação da Associação Cultural Inovarte.

Foi selecionada para se apresentar com o Remix Ensemble Casa da Música, o Estágio Gulbenkian para Orquestra e a Orquestra de Cordas da ESTA, tendo participado em cursos e festivais como o "Expansion Course 2018", "Cellofest.fi" na Finlândia e no "MusicWithMasters" em Itália. Recentemente tem vindo a criar e a integrar projetos multidisciplinares como a peça "Noite de Reis" de William Shakespeare, um projeto com a Companhia Nacional de Bailado e a Orquestra de Câmara Portuguesa, "Diálogo com baleias, violoncelo e eletrónica" e “Journey's lenses”, um projeto de criação própria a solo que combina música, pintura, movimento e composições áudio de sons reais.
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Tiago Anjinho Silva

Tiago Anjinho Silva, natural de Coimbra, foca a sua atividade não só em projetos de música de câmara, orquestra e a solo, mas também com uma vertente empreendedora ligada à produção artística.

Alcançou o mestrado em Artes - Performance pela Royal Academy of Music de Londres, na classe do aclamado violoncelista e compositor Mats Lidström. Durante os seus estudos no Reino Unido, integrou a elite solística da escola, "Academy Sainsbury's Soloists", devido ao seu desempenho e contribuições exemplares.

Começou a estudar violoncelo no Conservatório de Música de Coimbra, na classe da professora Sofia Novo e em 2019 terminou a sua licenciatura em Violoncelo – Performance com classificação máxima, na classe do professor e solista Filipe Quaresma, na Escola de Música e Artes do Espetáculo, no Porto. Já trabalhou com vários violoncelistas de renome como Xavier Gagnepain, Marco Pereira, Paulo Gaio Lima, Ophélie Gaillard, Jed Barahal, Levon Mouradian, Justus Grimm, Maria de Macedo, Lluis Claret, Daniel Grosgurin, Tsuyoshi Tsutsumi, Adrian Brendel, Denis Severin, Steven Doane, entre outros.

Obteve vários prémios de prestígio nacional e internacional destacando-se o Prémio Guilhermina Suggia, em 2019; o 1º lugar no Concurso Internacional do Fundão, 2018; o Prémio Fundação Carlos Gomes/Cidade do Pará (Brasil), em 2018 e o 1º lugar no Concurso Internacional Cidade de Vigo.

Foi membro da Jovem Orquestra Portuguesa entre 2014 e 2016 e estagiário da Orquestra Calouste Gulbenkian entre 2017 e 2019.

É academista to Teatro Alla Scala de Milão desde 2023.

Colabora com o Birmingham Royal Ballet, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Nacional São Carlos, Orquestra XXI e Remix Ensemble Casa da Música.

É assistente principal do naipe de violoncelos da Orquestra Filarmónica Portuguesa e membro da Camerata Nov'Arte.

Apresentou-se a solo com a Orquestra Clássica do Conservatório de Música de Coimbra, a Camerata de Cordas da Escola Superior de Artes e Espetáculos do Porto e com a Orquestra Clássica do Centro, com obras de Saint-Saëns, Dvorák e Haydn.

É presidente da Associação Momentos À Corda, sediada em Coimbra, responsável por várias iniciativas culturais destacando-se o À Corda Cello Festival no qual é também diretor artístico.
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Tiago Azevedo e Silva

Tiago Azevedo e Silva foi recentemente laureado em concursos nacionais e internacionais, tendo assim a oportunidade de programar concertos a solo com orquestra e recitais a solo e de música de câmara em festivais.

É, juntamente com Teresa Soares, Diretor Artístico do “Porto Cello Festival” desde 2022. Em 2020 fundou associação de voluntariado “Sorrisos d’arte”, uma associação com impacto social através da arte, da qual é o presidente.

Iniciou os seus estudos musicais com o Professor Ricardo Mota na Academia de Música de Lisboa e licenciou-se na classe do Professor Filipe Quaresma na ESMAE com nota máxima.

Frequenta atualmente, com a bolsa da Fundação Gulbenkian, o Mestrado em Violoncelo na Hochschule Luzern com o Professor Guido Schiefen, Claudius Herrmann (Violoncelista Solista da Ópera de Zurique), e mais recentemente com o professor Christian Poltéra Como músico de câmara, iniciou em 2019 o Opus duo com o guitarrista Francisco Berény, com quem tem atuado em várias cidades em Portugal e no estrangeiro, e é membro fundador do Cello Express Ensemble.

Teve ainda a oportunidade de trabalhar no âmbito de masterclass e festivais, com outros grandes mestres do violoncelo como: Xavier Gagnepain, Edgar Moreau, Maria de Macedo, Paulo Gaio Lima, Martti Rousi, Mats Lidström, Boris Andrianov, László Fenyö, Claudius Herrmann, Ole Eirik Ree, Catherine Strynckx, Daniel Grosgurin, Orlando Theuler, Jed Barahal, Jeroen der Herder entre outros.
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Luís Cruz

Nascido em 2001, iniciou os estudos de violoncelo aos 5 anos. Licenciou-se em Música (Execução) na Escola Superior de Música de Lisboa, com o professor Levon Mouradian e completou o Mestrado em Perfomance no Royal College of Music em Londres como bolseiro de The Leverhulme Trust e RCM Scholar, sob a orientação do professor Alexander Chaushian.

Foi laureado com o 1º prémio em variados concursos, entre eles o Concurso Nacional de Cordas Vasco Barbosa (2017), o Prémio Jovens Músicos - violoncelo (2018) e o Concurso Internacional de Violoncelo À Corda (2022). Integrou a Orquestra Sinfónica Ensemble (2014-2017), a Jovem Orquestra Portuguesa (2015-2019) e a JONDE, através do programa MusXchange (2020, 2021). Foi solista com a Camerata Atlântica, com a Jovem Orquestra Portuguesa, com a Orquestra de Câmara Portuguesa, com a Orquestra de Vigo 430 e com a Orquestra Gulbenkian.
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Nuno Ferreira

Nuno Ferreira, nascido em 1995, é licenciado em Música pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na variante violoncelo, sob a orientação do Professor Jed Barahal. Concluiu a pós-graduação na atual Fundação Franz Schubert, obtendo o Performer Diploma deste programa em 2018, período em que colaborou regularmente com professores como Maria de Macedo, Marc Coppey, Amit Peled, Claudio Bohórquez, Lluis Claret, Daniel Grosgurin e David Cruz. Participou também em diversas masterclasses e cursos de aperfeiçoamento com Franz Helmerson, Johannes Moser, Denis Severin, Ran Varon, Aldo Mata, Tsuyoshi Tsutsumi e Paulo Gaio Lima.

Já atuou em vários países, incluindo Portugal, Brasil, Alemanha, França, Espanha e Polónia, acumulando prémios e distinções, destacando-se o 1º Prémio no Concurso Arkady Futer Special Prize nas Astúrias (Espanha), o 2º Prémio na 29ª edição do Concurso Prémio Jovens Músicos na categoria de música de câmara - nível superior, o 3º Prémio no 2º Concurso Internacional de Cordas Artur Fernandes Fão e o 1º Prémio no Concurso Eixo-Atlântico de 2010.

Colabora de forma regular com diversas orquestras, tais como a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra do Distrito de Braga e ocupa o lugar de primeiro violoncelo nas Orquestra da Ópera na Academia e na Cidade e do Movimento Musical Cooperativo, com quem exerce também uma forte atividade em música de câmara.

Para além do seu envolvimento no meio erudito, gravou e atuou com diversos artistas e bandas portuguesas, tais como Miguel Araújo, The Black Mamba, Xutos & Pontapés, Expensive Soul, Tatanka, António Zambujo, Cuca Roseta, Quinta do Bill, Tiago Bettencourt, entre outros. Atualmente, leciona violoncelo na New Concept Music e no Colégio Efanor.

Atualmente, João Cunha é violoncelista da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música e, simultaneamente, participa e desenvolve vários projetos educativos e de música de câmara no seu país de origem.
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Luís Carvalho

Doutorado em Música pela Universidade de Aveiro, foi galardoado em diversos concursos, destacando-se o «Prémio para o melhor aluno do curso» (ESMAE/Porto/1994), o «Concurso de Interpretação do Estoril» (2001), o «4º Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim», pela sua obra orquestral Metamorphoses… hommage à M. C. Escher (2009), e o «1º Prémio de Composição Francisco Martins» da Orquestra Clássica do Centro (Coimbra – 2017) por Mosaico, também para orquestra. Foi ainda nomeado para o Prémio Autores da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA/2012) por outra obra orquestral, Nise Lacrimosa. Vencedor da Audição para Jovens Maestros organizada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa (2010), foi, mais recentemente, finalista do Concurso Internacional de Direcção de Orquestra Hans von Bülow (2021). Em 2013 foi distinguido pelo jornal nortenho Audiência com o Troféu Prestígio pela sua carreira dedicada à música.

Dirige as mais importantes orquestras nacionais, e no estrangeiro apresentou-se na Rússia, Itália, Hungria, Espanha e Finlândia. É fundador e director artístico/musical da Camerata Nov’Arte (Porto), grupo com o qual realizou duas aclamadas digressões internacionais, ao Brasil (ES – Espírito Santo) em 2013, e à Eslováquia em 2019. Colabora regularmente com conceituados solistas nacionais e estrangeiros, tendo participado nos mais destacados festivais nacionais: Estoril, Alcobaça (Cistermúsica), Póvoa de Varzim, Espinho, Algarve, Paços de Brandão, Guimarães, Marvão, Festivais de Outono (Aveiro), Dias da Música (CCB), Festival Jovens Músicos (RDP-Antena 2/Lisboa). No estrangeiro apresentou-se no Festival de Macau, Festival de Inverno de Domingos Martins (Brasil), Festival Musica de Estrasburgo (França), ClarinetFest–Madrid (Espanha) e Musique en Guyenne (Monflanquin/ França).

O repertório que aborda é vasto e ecléctico, estendendo-se do barroco à contemporaneidade, e inclui várias primeiras audições absolutas. No campo da música cénica a sua experiência inclui as estreias mundiais das óperas Auto da Fundação de Coimbra (Coimbra-2004), de Manuel de Faria, e Repetição do Fim do Mundo – Ópera Real (Porto-2019), esta uma obra colaborativa entre quatro compositores portuenses (Telmo Marques, Eugénio Amorim, Carlos Azevedo e Dimitris Andrikopoulos). Outras produções incluem La voix humaine (Poulenc), Il secreto de Susanna (Wolf-Ferrari), Pierrot Lunaire (Schoenberg) e História do Soldado (Stravinsky).

Igualmente reconhecido como compositor, obras suas têm sido apresentadas um pouco por toda a Europa (Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Eslovénia, Eslováquia, Croácia) e América do Sul (Venezuela, Brasil), por intérpretes e agrupamentos de reconhecido mérito. O seu catálogo, editado pela AvA-editions (Portugal), Universal Edition (Áustria) e Molenaar (Holanda), inclui obras para orquestra, banda, música de câmara, solos e diversos arranjos, orquestrações e revisões, a maioria das quais resultante de encomendas de importantes instituições e solistas de craveira. No âmbito da sua investigação para doutoramento concebeu uma «reinvenção dos esboços para grande ensemble», baseada nos rascunhos deixados por Gustav Mahler para a derradeira e inacabada Sinfonia nº10, em fá# maior. Esta nova versão foi estreada pelo próprio dirigindo a Camerata Nov’Arte (Junho/2014).

Luís Carvalho participa em cerca de uma vintena de CD’s, quer como clarinetista, maestro ou compositor, e em etiquetas como NUMÉRICA, CASA DA MÚSICA, AFINAUDIO, PUBLIC ART e MOLENAAR.

É docente da Universidade de Aveiro e investigador do INET-md.
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Gonçalo Lélis

Natural de Aveiro, Gonçalo Lélis iniciou os seus estudos musicais aos seis anos no Conservatório de Música de Aveiro, na classe de Isabel Boiça. Posteriormente, estudou com Natalia Shakhovskaya e Ivan Monighetti, na Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid. Nesta mesma escola, teve como professores de música de câmara Heime Müller e Marta Gulyas.

Concluiu a licenciatura em 2017, sob a orientação de Pavel Gomziakov, na Universidade do Minho. Prosseguiu os seus estudos na Hochschule für Musik Detmold, na classe da Professora Xenia Jankovic, onde concluiu os ciclos de Mestrado e Konzertexamen, ambos com a classificação máxima.

Na sua formação destacam-se também os violoncelistas Márcio Carneiro, Maria de Macedo e Gary Hoffman, com os quais trabalhou regularmente em masterclasses.

Foi premiado nos “Prémio Jovens Músicos” (2015, 1.º Prémio na Categoria Violoncelo – Nível Superior e Prémio EMCY), no Concurso de Cordas Vasco Barbosa (2016, 1.º Prémio) no Concurso Internacional da Cidade do Fundão (2017, 1.º Prémio) e no Concurso Internacional Agustin Aponte (2018, Espanha, 1.º Prémio).

Apresenta-se regularmente em palco, destacando-se recitais no Centro Cultural de Belém, na Casa da Música ou na Fundação Calouste Gulbenkian e concertos a solo com a Orquestra das Beiras, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra Clássica da Madeira.

No âmbito da música de câmara, actuou em salas como o Auditorio Nacional de Madrid, no Palau de la Música Catalana (Barcelona), Palacio de Festivales (Santander), no Wigmore Hall ou no Weill Recital Hall do Carnegie Hall. Desde 2021 é o violoncelista do ensemble “ars ad hoc”. Foi bolseiro da Fundación Carolina, da Fundación Albéniz e da Fundação Calouste Gulbenkian.
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Sérgio de A.

Sérgio de A. é laureado com vários prémios, incluindo o Prémio Helena Sá e Costa, o Prémio Maria Campina e, mais tarde, o Prémio de Melhor Pianista Acompanhante no Concurso de Canto do Rotary Club no Teatro S. Luís em Lisboa. Tem sido ativo como pianista de concerto versátil, atuando em Portugal, Espanha, França, Itália, EUA e Rússia.

Participou também em música de câmara em vários festivais, incluindo o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Gaia, Reencontros 21, "Appuntamenti" em Roma e "Sons do Universo" na Sala Rachmaninoff em Moscovo, bem como performances no Museu Gulbenkian e Casa da Música em colaboração com artistas como Pascal Moragés, Jerôme Voisin, Yannis Tsitselikis, Marco Pereira, Gonçalo Lelis, Diogo Morais Coelho, Álvaro Pereira, Shirley Brill, Eduarda Melo, Quarteto de Cordas Verazin e Quarteto de Cordas de Matosinhos, entre muitos outros.

Sérgio de A. gravou performances a solo ao vivo para a Antena 2 e tem três álbuns de música de câmara gravados ao vivo em Roma pela IPSAR e produzidos por Antonio Ciciarelli (RAI). É membro do Quarteto Contratempus, um grupo dedicado à produção de óperas portuguesas contemporâneas, e tem um Duo com o pianista Bernardo Pinhal, que ganhou o Prémio Ageas/Casa da Música em 2019.

Atualmente, exerce funções como professor auxiliar na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto e na Escola Profissional de Espinho, partilhando o seu conhecimento e paixão pela música com a próxima geração de músicos.